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27/06/2018

Parceria com A Planta do Xisto



"“Respirar é a primeira coisa que fazemos ao nascer e a última quando morremos.
Que todos esses milhões de movimentos sejam valiosamente aproveitados em sua vida”

                                                       Sónia Corazza em “Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros”




A rocha mãe é o xisto.
Os muros dos socalcos são em xisto.
As casas são em xisto.
Assim nasceu a “Planta do Xisto”.
















Em plena Serra da Lousã, nos socalcos da aldeia do xisto da Cerdeira, as plantas aromáticas são cultivadas ao ar livre, em terreno acidentado, em clima de montanha a 650 m de altitude.

A "Planta o Xisto" teve origem na vontade de inverter a situação de total abandono de terrenos agrícolas. A instalação do jovem agricultor Atónio Carlos Andrade, teve como objetivo criar uma atividade económica sustentável na Cerdeira, aldeia que viria a fazer parte da rede das Aldeias do Xisto.


Estas plantas únicas, produzidas em condições edafoclimáticas específicas, são mais ricas em princípios activos. A rusticidade, isto é, a resistência das plantas a condições adversas, e o isolamento do lugar contribui para uma qualidade superior, plantas mais saudáveis e nutritivas, de aroma puro e fresco, com um paladar suave e uma cor viva natural.





Ao adquirir produtos da “Planta do Xisto” está a contribuir para:

  - Uma alimentação mais saudável e segura  
  - A preservação do ambiente, do solo e da água
  - A reabilitação de terras degradadas e a luta contra a erosão
  - A promoção do desenvolvimento local
  - Um turismo de natureza responsável e de qualidade"

Fonte do texto: Planta do xisto





Podem adquirir os vossos produtos através da página do Facebook: A Planta do Xisto ou
pessoalmente em plena Serra da Lousã, nos socalcos da aldeia do xisto da Cerdeira.


Podem visitar também o site: Planta do Xisto 


O meu muito obrigado desde já pela simpatia, simplicidade, humildade e pelo ser humano inigualável que é o Sr. António Carlos Andrade.


Vou apresentar receitas inovadoras, afrodisíacas, refrescantes e bem sedutoras com os produtos da "Planta do Xisto"! Para que assim também vocês aí em casa possam experimentar e degustar junto da pessoa que mais amam ou até mesmo junto dos familiares e amigos.
chás e infusões
https://www.facebook.com/planta.doxisto/



Contatos:
António Carlos Andrade
Tlf. 239 996 331
Tlm. 964 053 462

12/09/2016

Giveaway 8000 Seguidores





GIVEAWAY 8000 Seguidores de " Receitas de Sedução " na página do Facebook e 400 Seguidores no Instagram em parceria com Orivárzea - Arroz Bom Sucesso! ♣♣♣

18/04/2016

Parceria com a Tescoma



A Tescoma é uma marca líder em utensílios de cozinha.

16/03/2016

Sabor Bio

Hoje Receitas de Sedução recebeu um mimo de Páscoa da SABOR BIO.

10/09/2014

Nuggets de Frango no Forno com DIP de especiarias e ervas aromáticas

Nuggets de Frango no forno com dip de especiarias e ervas aromáticas
Saiu no passado dia 14/08 mais uma participação de Receitas de Sedução na revista Sabores Partilhados - "Petiscos com sabor a Verão".

06/09/2014

Mousse de Queijo Regional Cremoso de Vaca, Cabra e Ovelha e Salmão Fumado

Mousse de Queijo Regional Cremoso de Vaca, Cabra e Ovelha e Salmão Fumado
Saiu no passado dia 14/08 mais uma participação de Receitas de Sedução na revista Sabores Partilhados - "Petiscos com sabor a Verão".

04/09/2014

Ameijoas à Bulhão Pato

Ameijoas à Bulhão Pato
Saiu ontem mais uma participação de Receitas de Sedução na revista Sabores Partilhados - "Petiscos com sabor a Verão".

21/05/2014

Cestinhas de Chocolate e Framboesa(Light)

Saiu ontem uma participação de Receitas de Sedução na Revista Sabores Partilhados -  Edição Especial Aniversário.

14/05/2014

Revista Teleculinária

Rececionada a primeira revista Teleculinária do Grupo Plural.

23/04/2014

Parceria com a Revista Teleculinária

O Blogue Receitas de Sedução iniciou uma parceria com a Revista Teleculinária.

31/03/2014

Parceria com a Gradirripas

O Blogue Receitas de Sedução iniciou uma parceria com Gradirripas.

28/02/2014

Parceria com Sabor Bio

O Blogue Receitas de Sedução iniciou uma parceria com Sabor Bio.


06/11/2013

Parceria com a Navires - Suldouro


O Blogue Receitas de Sedução iniciou uma parceria com a Navires - Suldouro.

07/09/2013

Parceria com a Necton SA


Breve História da Salinicultura em Portugal


"O documento mais antigo que se refere ao sal português data do ano 959 e trata da doação de terras e marinhas de sal de Aveiro, feita pela Condessa de Mumadona ao Mosteiro de S. Salvador que fundara em Guimarães. Contudo, há evidências de que a exploração salineira no nosso território é bem mais antiga.

A costa Atlântica da Península Ibérica tem tido
desde há muito, uma excelente reputação pela sua produção de sal. O prato mais famoso na época do Império Romano, o Garum Ibérico, era aqui confeccionado e consistia numa pasta de peixe em azeite com ervas aromáticas e Salgado com sal marinho retirado das salinas da região (Le Foll, 1997).


A existência de “salgadeiros” (tanques de argamassa rija com 3 metros de comprimento e 1,5 m de largura e altura) bem talhados e ainda hoje operacionais, parece demonstrar o avanço das metodologias da exploração do sal na Lusitânia durante a ocupação Romana (Século III) (Ferreira da Silva, 1966). Em 1178, no reinado de D. Afonso Henrique, já se explorava o sal nas margens do Mondego.

Noutras regiões do Norte também, outrora, se produzia sal: em Vila do Conde e Matosinhos, no Século XI; no Porto, no séc. III; em Caminha, no séc. XVIII. Hoje, nenhuma das salinas destas localidades está activa.

No Algarve, perto de Portimão, ainda existem salgadeiros do tempo dos romanos, o que indica que, nessa
altura, já havia produção de sal nessa região. No reinado de D. João I, a quantidade produzida era tal que o governo facilitava a exportação para o estrangeiro, como medida de grande conveniência económica. Em 1532, D. João III ordenou a construção de vinte e oito salinas na região de Tavira, as quais já em 1790 se encontravam completamente arruinadas.

Na Idade Média o sal era um artigo privilegiado, isento de qualquer imposto e de portagens. Não admira que tal acontecesse, pois o sal Português sempre foi considerado até no estrangeiro, de qualidade superior. Portugal foi um país exportador, no reinado de D. Afonso Henriques, Aveiro fornecia sal para todo território nacional e também exportava grandes quantidades. Mais tarde, no reinado de D. João I, foi permitida a exportação de sal do Algarve e de Lisboa.

O Sal Português era então vendido a preços superiores ao do produzido nas minas da Europa Central. A sua importância foi tanta que, graças ao sal das salinas de Setúbal, Portugal pagou à Holanda, de acordo com o Tratado de 1669, 4.000.000 de cruzados pondo assim termo ao conflito entre os dois países e libertando o Brasil da ocupação neerlandesa (Rau V., 1958).
Entre os países que mais sal português consumiram, destaca-se a França, a Holanda, a Dinamarca, a Noruega, o Reino Unido e a Suécia.

Evolução da Salinicultura de modo Tradicional no Algarve


Ao longo do tempo, o sector do sal atravessou várias crises que se deveram a políticas desfavoráveis e a crises económicas internacionais, que provocaram a falência das indústrias conserveiras. Contudo, nos anos 70, assistiu-se ao declínio acentuado da actividade em que muitas das unidades tradicionais deram lugar a aquaculturas e a explorações mecanizadas. Esse declínio deveu-se essencialmente a:
o aumento dos custos de produção, em particular de mão de obra;
as transformações de processos tecnológicos em unidades de indústrias químicas e da pesca, que conduziram a um decréscimo significativo na procure de matéria-prima – sal;
os mecanismos económicos internacionais, consubstanciado nomeadamente na liberalização dos mercados e no desarmamento pautal;
as alterações estruturais na sociedade portuguesa, reflectivas em aproveitamentos alternativos mais compensadores de áreas salineiras e no desenvolvimento de muitas actividades mais atractivas e remuneradoras de mão-de-obra;
a crescente desvalorização do sal, no nosso País, face à concorrência de oferta internacional.
A esta tendência resistiu um pequeno núcleo de produtores, sedeados em Castro Marim (cerca de 8), Tavira e Olhão (2 a 3), que se regiam pela “paixão pelo sal”, pelo apego ao território, por um trabalho feito a ritmo próprio e pela subsistência sem patrão.

Actualmente a área ocupada por salinas tradicionais no Parque Natural da Ria Formosa é de aproximadamente 140 ha, encontrando-se a maioria destas unidades abandonadas. Grande parte das salinas tradicionais foram transformadas em salinas industriais e pisciculturas."

Fonte: http://saberdosal.blogspot.pt/


Veja mais sobre o Sal Necton aqui.
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01/08/2013

Participações do desafio intitulado: "Arte e qualidade com Frip!"

O Blog Receitas de Sedução em parceria com a  Frip - "À mesa com a Natureza", promoveram um desafio
intitulado: " Arte e qualidade com Frip!".

16/04/2013

Parceria com Orivárzea - A Natureza do Arroz



O Blogue Receitas de Sedução iniciou uma parceria com a Olivárzea - A Natureza do Arroz.
É uma empresa de Salvaterra de Magos, que produz e comercializa arroz com uma qualidade única.